sexta-feira, janeiro 30, 2009
Do fim até o começo

O tempo voa, não é mesmo?

Vejo isso nesse exato momento, enquanto escolho as palavras para contar o final do ano já com o pé encostando o fevereiro...

2008 foi um ano intenso. Para o bom e o ruim.

Li, estudei, questionei, vi as crises de Pânico irem embora, conheci o Alhzeimer de perto, vi as crises de Pânico voltarem, uma endometriose em progressão, um diagnóstico para possibilidades de cura. Colocando assim parece triste, mas olhando agora para 2008 eu teria que ser muito tapada se não passasse por tudo isso aprendendo alguma coisa. Percebo o quanto cresci com isso tudo, o quanto ainda preciso crescer.

Questionei tudo o que conhecia e tinha por certo, grata por confirmar que em muito já acertava, em outros tantos tive que dar uma acertadinha no foco. A gente passa por algumas coisas para perceber que sim, tudo podia ser bem pior, mas em menor ou maior grau a maneira como encaramos os problemas os fazem maiores ou menores. Tudo se resume mesmo em escolhas.

Eu sempre escolhi conhecer. 2008 me ensinou a aprender.
Que 2009 me ensine a viver bem com as minhas escolhas.


Beijo grande procês.

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postado por Aleksandra Pereira às 8:09 AM | 4 comentário(s)
quarta-feira, setembro 17, 2008
Lindas palavras de um coração lindo



Ana, a querida amiga do Roccana, me presenteou ontem com esse post lindo. Obrigada mais uma vez, minha linda.


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postado por Aleksandra Pereira às 9:54 AM | 3 comentário(s)
terça-feira, setembro 16, 2008
Uns... trinta e um...

Quem acompanha esse blog sabe que ano passado, nessa época, estava meio down. Mas como tudo na vida, espero ter virado essa página. O que posso e devo fazer hoje é aprender com tudo isso, e procurar não dar espaço para a depressão de novo. A briga é coisa de gente grande, um leão por dia é pouco, mas a gente enfrenta.
Agradeço por todas as mensagens de carinho, e-mails, telefonemas, vibrações que atravessam o Atlântico, abraços apertados. Vi muita gente ir embora ou dar as costas por muito pouco, mas também vi algumas pessoas ficarem por algo em que realmente acredito: amizade verdadeira. Beijos para vocês que, de longe ou de perto, batalharam, apoiaram, sacudiram ou simplesmente escutaram essa pessoa agradecida que aqui escreve.
Feliz. Parabéns para mim!
"Sun is shining in the sky
there aint a cloud in sight it'sstopped raining,
everybody's in the play and don't you know
it's a beautiful new day, Hey, Hey!!"
(ELO, "Mr Blue Sky")
Não, isso não é um momento pós comercial de margarina.
É a vida simplesmente acontecendo.
E eu sigo assim, "escrevivendo" (obrigada, Affonso Romano de Sant'Anna!)

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postado por Aleksandra Pereira às 11:32 AM | 5 comentário(s)
sexta-feira, maio 16, 2008
UM MICO E UMA ROUBADA
Os dois posts já passaram por aqui e em comentários em certas feitas. Estão de volta, relembrados, revividos, por que eu gosto muito de livros bons e o Marcus do "A GRANDE ABÓBORA" está presenteando com dois muito bons no seu aniversário de 5 anos.

O parabéns é para você, mas o presente é meu, hein?!?

Quem quiser escrever, posta seu Mico e linka pra lá que ainda dá tempo!


UM MICO

Pensei, pensei, e desencavei esse mico da época que tentei fazer faculdade de Relações Públicas aqui em Santos. Parei no segundo ano por descobrir que o curso não existia. Não sei como está hoje, mas na minha época eu não aprendia praticamente nada. O único professor com quem aprendi algo foi o Iberê Sirna. Acabei indo para São Paulo e me formei publicitária pela Cásper Líbero mas, antes disso, ainda aqui em Santos e na FACOS, o curso de jornalismo recebia para uma palestra o repórter Caco Barcellos. Eu era super fã dele, e me ofereci para auxiliar no evento, nem que fosse para ficar repondo copo descartável.

No dia do evento, uma das meninas-chave da coordenação não apareceu, e me deixaram no lugar dela. Minha função? Apresentar as instalações da faculdade para ele, fazer um resumo sobre o curso, blá, blá, blá.

Eu, ansiosa por demais. Imaginem, O Caco Barcellos, admirava o cara. Como nos desencontramos (o primeiro erro), comecei a apresentar as instalações de onde estávamos, do último andar, descendo para o primeiro. Lá ia eu, tremendo feito vara verde, o gajo educadíssimo e disfarçando não perceber meu interno mas quase transbordante transtorno, e aquela turba atrás de nós, como se todos fossem visitantes. Eu abria uma portinha, explicação básica, olhadela, fecha portinha, vamos para a próxima. Nesse meio tempo, ele me disse alguma coisa sobre um trabalho desenvolvido na época, eu toda saltitante, me sentindo a companheira de trabalho e praticamente trocando de curso naquele instante, vou abrindo sem aviso a porta do laboratório de rádio, conversando já intimamente com meu mais novo amigo de infância.

Daí olho um momento para todo mundo, incluindo umas duas professororas minhas, que congelam. Não tinha dado tempo dele entrar ainda para sua conferida rápida, o que foi a salvação, pois havia aberto a porta do bannheiro feminino. A companheira de equipe, trocando de roupa lá dentro, entregue pelo reflexo no encontro dos espelhos.

Presença de espírito instantânea, continuamos o passeio com uma multidão muda, praticamente um serviço religioso e profundo.

Nunca mais me chamaram para atuar em nenhum evento. Assim, sem motivo.



UMA ROUBADA

Um grande amigo, daqueles que ralam e muito em cada trabalho - e que hoje merecidamente coordena os programas brasileiros no Festival Internacional de Curtas de SP, me convocava sempre como diretora de produção para seus curtas.

Produzi três sob a direção dele, um com outro amigo, e ainda morro de saudades de nossas épocas de total falta de grana, mas de criatividade à mil.

Como diretora de produção do "Último dia", tive que correr atrás de muitas autorizações com a polícia, para podermos filmar nas ruas com tranqüilidade. Algumas cenas que seriam rodadas aconteceriam perto de meu antigo apartamento, na Vila Mariana, então entreguei a documentação do projeto para o Posto da Polícia da Sena Madureira, que me receberam muito educadamente. Autorizações entregues, agora correria para encontrar objetos de cena. O Sr. diretor William, sempre ele, me solicita um item bastante fácil de se encontrar por aí:

uma porta.

A porta que seria usada nas cenas do esconderijo da personagem da Laís.
Pois bem, lá vou eu atrás de uma porta que atendesse as solicitações. E não encontrava nada. Só que, perto de onde eu morava, na Sena Madureira mesmo, existia uma casa onde outrora funcionava uma escola de inglês, que estava vazia mas cheia de trecos na entrada. Passei na frente por acaso, e fiquei de voltar mais tarde.

Taí uma coisa que não deveria ter feito: voltar lá.

Pois é. Mas eu fiz. Deixei as coisas que trazia no caminho em casa, e voltei lá. Aqui sublinho: deixei TUDO em casa, inclusive documentos (crianças, nunca façam uma coisa dessas!), só levando minha chave. Estava lá eu, com minha camiseta da Mostra Internacional de Cinema, subindo as escadarias da casa que antes parecia tão inocente, agora me desperta receios. Olho para os lados, e só vejo pedaços de madeira, papelão e caixas para todos os lados. E nada de porta. Resolvo entrar mais na casa para observar seu interior, quando de repente começo a ouvir barulhos. E então pessoas, uns três ou quatro homens, surgem do nada (do nada não, de debaixo daquela montoeira de papelão e madeira!), e me perguntam o que eu estou fazendo invadindo e mexendo na casa deles.

Gelei.
Começo a recuar, tentando explicar que estava ali a trabalho, que não procurava por ninguém, e pensando "como está longe essa porta de entrada. Seja esperta. Corra enquanto pode". Do lado de fora, escuto carros freando bruscamente, próximo ao local. Meu instinto não sei porque pensou : "é a polícia, ficarei bem". Policiais então entram na casa, nervosos, recolhendo as pessoas que estavam ali escondidas, invadindo aquela casa. Começaram a arrastar TODAS as pessoas, incluindo essa que lhes escreve. Comecei a tentar explicar que não era mendiga (olha o nível da situação!), que estava ali a trabalho, mas a policial que me segurava não queria saber de conversa.

Continuei repetindo minha história, quando, por sorte minha, uns dos policiais presente no local havia me recebido no dia em que deixei as autorizações para as filmagens no posto de trabalho dele. Ele acabou me reconhecendo e confirmando que eu deveria estar ali só a trabalho realmente. Agradeci, corri de volta para casa agradecendo por não ter acontecido nada pior. A porta? Bem, acabei não arranjando porta nenhuma. Por coincidência, ao irmos filmar na casa da Carol, encontramos uma dentro de uma caçamba. Se não fosse por isso, lá estaria eu novamente atrás de uma outra porta. E torcendo para não entrar em outra fria, como aquela de filmar no estacionamento dos mafiosos lá na Treze de Maio.

Mais isso já é outra história...

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postado por Aleksandra Pereira às 10:50 AM | 8 comentário(s)
quarta-feira, abril 02, 2008
Costumo ler os blogs e sites que gosto através do Google Reader, por ser prático e para não correr o risco de perder alguma atualização bacana. Posso marcar com estrela o post que gostei e lê-lo depois, e uma coisa também legal é poder compartilhar os posts que mais gostei num endereço a parte:

ALEKSANDRA PEREIRA ITENS COMPARTILHADOS


Lá selecionei posts sobre design, literatura, novidades tecnológicas e vou postando o que mais pintar que valha ser mencionado e dividido.

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postado por Aleksandra Pereira às 2:34 PM | 3 comentário(s)
segunda-feira, dezembro 24, 2007
Boas Festas!
Desejo para vocês tudo o que eu desejo para mim!

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postado por Aleksandra Pereira às 10:11 AM | 1 comentário(s)
quarta-feira, dezembro 19, 2007
Remédio
Algumas pessoas a gente ainda não conhece mas, por algum motivo, parecem íntimas, não é assim que acontece?

Bom, a pessoal que inspirou esse post não faz idéia de quem seja essa que vos escreve (ainda) mas fez e ainda faz uma diferença enorme, colossal, em minha vida. Desde que comecei os tratamentos para a depressão - antes deles, até - eu procurava alternativas para levantar o astral sem precisar me apoiar em medicações.

Escrevendo um conto - que acabou virando um roteiro - uma das personagens cresceu inspirada nesse homem. E terminei o roteiro com a seguinte observação: o quero como o senhor Morales de qualquer jeito!

Ele é cantor, ator, já com anos de estrada na bagagem. Divertido, charmoso, adorado por uns, odiado por outros, e muitos ainda o adoram às escondidas, assim como eu fazia.

Hoje, tentando apoiar uma grande amiga, receitei para ela esse potente antidepressivo. Não tem como ouvi-lo e não começar balançando a cabeça, batendo o pezinho, tentar acompanhar uma música. Ou cantar inteira, fala a verdade!

O remédio pode ser encontrado na seguinte embalagem:


Sem excessos não possui contra-indicação mas, se for se exceder,

me chama!

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postado por Aleksandra Pereira às 6:42 PM | 4 comentário(s)
sábado, novembro 24, 2007
Papo sério
Começar esse post foi difícil, mas com o passar dos minutos a vontade de escrevê-lo cresceu.

Queria dar uma justificativa para o meu afastamento do blog, para todos os incríveis companheiros de leitura que conquistei desde que o “Lágrimas” nasceu, e fui percebendo que precisava me justificar também para amigos próximos e, principalmente, para mim.

Não foi só daqui que me afastei. Ultimamente estive afastada de tudo. Perdi oportunidades, festas, até amigos, que entenderam falta de interesse ou carinho.

Sempre fui uma pessoa tímida. Desde pequena a principal característica era um livro nas mãos, óculos no nariz e silêncio. Nunca me senti sozinha assim, mesmo sabendo que precisava interagir mais com as outras crianças. E olha que eu brinquei muito de ”Rouba Bandeira”, “Taco”, “Queimada”, cheguei a montar um grupo feminino cover do “New Kids on the Block” (é ridículo, eu sei!), e comecei a “interagir” cedo com... rapazes. Uma garota normal.

Mas sempre carregava nas tintas da melancolia. Como parecia ser um traço da minha personalidade e não me atrapalhava em excesso, segui assim. Com o passar do tempo e a soma de fatores sérios como constantes crises de enxaqueca, me parecia mais do que normal me resguardar, preferir a tranqüilidade, admirar o silêncio. Aproveitei bem minha adolescência, poderia entrar na idade adulta mais calma, sem arrependimentos por algo que não tenha feito.

Mas as crises de enxaqueca aumentaram, e com elas a quantidade de nomes de remédios e médicos. Junto aos Machado, Woolf, Calvino, as bulas eram lidas com minúncia – pesquisadas, perguntadas, contestadas. E com a troca de remédios que ajudavam pouco – ou que atrapalhavam outro tanto – novos sintomas foram aparecendo: tristeza constante, falta de energia, irritação, insônia ou excesso de sono.

Aí para quem passa também por isso tudo vira uma bola de neve com você dentro, sem saber onde começa e termina alguma coisa: a auto-estima vai para o pé, fica difícil se concentrar ou tomar decisões, e o sentimento de falta de esperança cresce – não só ele, a gente também, pois o desconto na comida faz com que o peso aumente, diminuindo mais ainda a auto-estima, perdendo a esperança e...

Pois é.

De lá para cá já procurei inúmeros médicos, tomei fórmulas, remédios, tive crises de enxaqueca, de pânico, até crise por ter crises.

Aí começo a ouvir falar bastante sobre DEPRESSÃO. “Fulano tem depressão e não sai da cama”, “Sicrano se matou por causa da depressão”.
Putz. Será que é isso o que eu tenho?

Pesquisando, descobri que, segundo o DSM-IV - Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (4ª edição), existem alguns critérios para se diagnosticar uma depressão. Criaram uma tabela e dela, cinco ou mais dos sintomas relacionados devem estar presentes. Dentre eles, um é obrigatório: estado deprimido ou falta de motivação para as tarefas diárias, há pelo menos duas semanas – detalhe: eu falo de ANOS. Os sintomas são:

- Estado deprimido: sentir-se deprimido a maior parte do tempo;
- Anedônia: interesse diminuído ou perda de prazer para realizar as atividades de rotina;
- Sensação de inutilidade ou culpa excessiva;
- Dificuldade de concentração: habilidade freqüentemente diminuída para pensar e concentrar-se;
- Fadiga ou perda de energia;
- Distúrbios do sono: insônia ou hipersônia praticamente diárias;
- Problemas psicomotores: agitação ou retardo psicomotor;
- Perda ou ganho significativo de peso, na ausência de regime alimentar;
- Idéias recorrentes de morte ou suicídio.

De acordo com o número de itens respondidos afirmativamente, o estado depressivo pode ser classificado em três grupos;
1) Depressão menor: 2 a 4 sintomas por duas ou mais semanas, incluindo estado deprimido ou anedônia;
2) Distimia: 3ou 4 sintomas, incluindo estado deprimido, durante dois anos, no mínimo;
3) Depressão maior: 5 ou mais sintomas por duas semanas ou mais, incluindo estado deprimido ou anedônia.

Alguns fatores de risco para depressão:
- História familiar de depressão
- Sexo feminino (pois é)
- Idade mais avançada
- Episódios anteriores de depressão
- Parto recente
- Acontecimentos estressantes
- Dependência de droga

E ainda a disfunção neuroquímica, muito provavelmente uma disfunção do sistema serotonérgico:

“A depressão é uma patologia que atinge os mediadores bioquímicos que agem na condução dos estímulos através dos neurônios que possuem prolongamentos que não se tocam. Entre um e outro, há um espaço livre chamado sinapse absolutamente fundamental para a troca de substâncias químicas, íons e correntes elétricas. Essas substâncias trocadas na transmissão do impulso entre os neurônios, os neurotransmissores, vão modular a passagem do estímulo representado por sinais elétricos.
Na depressão, há um comprometimento dos neurotransmissores responsáveis pelo funcionamento normal do cérebro.”



Desde então, e com base nos diagnósticos feitos pelos Psiquiatras, oscilo entre a Distimia e a Depressão Maior. Bom, não importa como é chamada, ainda assim é um problemão.


O pior é que o sentimento de inadequação e desconforto agigantam, me fazendo perder prazer ou interesse por coisas que me davam tesão de fazer, ver, conhecer. Me isolei socialmente, querendo só ficar em casa, sem receber visitas ou atender ao telefone nas minhas piores fases. Por isso devo desculpas a alguns amigos, ex-namorados e pessoas pelas quais tenho a maior consideração do mundo, por deixá-los na mão em alguns momentos. No dia do meu último aniversário um grande e fenomenal amigo me ligou me parabenizando, e nós combinamos de nos encontrar no evento de Cinema que estava rolando por aqui. Eu não fui. Não tive coragem. Congelei. O deixei me esperando sem entender o que aconteceu, enquanto eu não havia nem saído de casa. Fiquei com medo. De me expor, de ficar chata, sei lá. Fugi.


Depressão não é só tristeza.
É uma doença, recorrente, que precisa de tratamento. Não desculpa as ações ou a falta delas, mas explica muita coisa. Eu tenho a imensa sorte de contar com amigos que não desistem de mim, por algum estranho motivo. Me cutucam, me ligam para um oi, me mandam mensagens de carinho. Tem muita gente boa por aí, e por aqui.


Acredito também que dei sorte com meu atual Psiquiatra. Tanto as conversas com ele quanto a medicação, surtem efeitos positivos. Eu sei que o processo é longo, a doença é recorrente, e virou assunto deste post para, se possível, ajudar alguém a procurar ajuda. Procure um Psiquiatra de confiança – se não concordou com o diagnóstico, troque. Fique em contato com os seus sentimentos para entender como as coisas acontecem de seu modo particular, pois cada caso é um caso. Busque grupos anônimos específicos espalhados pelo país, encontre pessoas que passam pelo mesmo problema, faz uma diferença enorme.

Para os amigos, estou bem.
Para os inimigos, que por algum motivo não querem me ver numa boa, azar o de vocês: eu estou bem.



Beijo grande.


Alguns links:
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?137
http://www.tj.sc.gov.br/institucional/diretorias/ds/enfermagem/dicas/depressao.htm
http://www.portalnatural.com.br/mostramateria.asp?codigodamateria=27
http://www.neuroticosanonimos.org.br/

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postado por Aleksandra Pereira às 2:02 AM | 15 comentário(s)
segunda-feira, março 19, 2007
AMIGO EM NOVO ENDEREÇO
 
postado por Aleksandra Pereira às 12:00 PM | 0 comentário(s)
sábado, fevereiro 24, 2007
LEO INDIZÍVEL TAMBÉM EM NOVO ENDEREÇO
 
postado por Aleksandra Pereira às 1:21 PM | 4 comentário(s)
sexta-feira, fevereiro 23, 2007
PENSAR ENLOUQUECE AGORA EM NOVO ENDEREÇO
Pessoal, o Inagaki estréia nova casa. Atualizem blogrolls, bookmarks, leitores de RSS,
e prestigiem o novo e muito bacana espaço do "Pensar enlouquece (Pense nisso)":


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postado por Aleksandra Pereira às 11:13 AM | 5 comentário(s)
terça-feira, janeiro 30, 2007
Nós
Alexandre - Ana - Andréa - Carlitos - Claudia - Cynthia - Daniel -
Denise - Denise - Edval - Flávio - Frank - Handrik - Inagaki - Isa -
Ivan - Jannine - Leo - Luis Felipe - Maitê - Mariana - Paty - Pinta -
Tárcio, Raimundo e Cia. - Vivien - Xôn



Amigos que estão por aqui sempre, volta e meia. Que me deixam comentários, e-mails, cafuné e força. Que a cada texto me respondem sobre justamente aquilo que queria dizer, e o melhor, me acrescentam coisas, traços, vida.

Obrigada é muito pouco para agradecer todo o carinho de vocês.


Tão sentindo falta de alguém?

Eu sei. Falta o Lipe. Mas o Lipe, além de fazer parte dessa constelação de pessoas bacanas, merece esse adendo mais que especial, pela belezura de texto que me escreveu e que agora está lá no Do fim até o começo.

Para quem chegou agora, o Do fim até o começo é uma reunião de alguns textos que já passaram por aqui, que guardavam particularidades entre eles, e que me pediam esse tratamento diferencial. Separei-os, criei o site, e pedi para quem quisesse que me mandasse depois um texto para a orelha.

Ensaiei meu e-mail para pedir ao Lipe, mas cadê coragem?
Quem o lê lá no Liperama sabe como sua alma é aberta e sensível para enxergar detalhes inesperados, para admirar a vida que pulsa, para descrever com os olhos do coração.

E mesmo atribulado, correndo com suas coisas e sua vida, Lipe me mandou a orelha (lendo assim ele até parece o Van Gogh...). Texto lindo, minha gente. Li, reli, imprimi, distribuí para a família. Sério.

Disse a mim mesma que ainda não a havia colocado no blog por falta de tempo, mas não era isso. Era por me enxergar tanto naquelas palavras, por me ver entendida ali, por ver a minha arte apreciada. E vi que minha vergonha era boba.

E que o Lipe tem um coração enorme.

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postado por Aleksandra Pereira às 12:03 PM | 13 comentário(s)
sexta-feira, dezembro 22, 2006
Feliz Natal Feliz!

Gostaria de abraçá-los, meus amigos. Todos.
A distância física me impede, mas o meu coração alcança o infinito.
Obrigada pelo carinho e força.
Sintam-se acarinhados.

Queridos, já o são.

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postado por Aleksandra Pereira às 11:38 AM | 10 comentário(s)
quinta-feira, dezembro 21, 2006
Atualização
Queridíssimos,
atualizem o blogroll:
a Denise do Sturm und Drang! está de casa nova.

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postado por Aleksandra Pereira às 1:24 PM | 2 comentário(s)
sábado, dezembro 09, 2006
Queridíssimos,
Alguns dos textos publicados aqui no blog gritavam para mim uma particularidade: suas personagens eram desastradas, que erravam mas se esforçavam por um rumo melhor para suas vidas. Tinham pouco, mas não perdiam a esperança.

Por encontrar esse traço em vários dos contos, os organizeio sob o título de "Do fim até o começo", e dediquei um outro blog somente para eles. A inspiração me veio após ler o outro blog de um excelente escritor dessa blogosfera, o Alexandre Costa, do Contos & Cultos. Quem não conhece, dê uma chegada ao "A vida secreta de uma mulher qualquer", recomendo.

Espero que gostem. É uma oportunidade de rever textos já velhos conhecidos, degustar os inéditos (sim!) e também para ler aqueles que escaparam aos comentários de vocês, fiéis amigos leitores.

update_________________________________

Caríssimos,

optei por não abrir comentários lá no "Do fim até o começo", ao menos por enquanto.
Estou tentando essa edição digital para que ele chegue as editoras com algum "currículo", como alguns autores já estão fazendo, até com sucesso, sem esperar mais para acontecer.

Mas deixei lá o link prontinho para o e-mail, querendo escrever, é só mandar! Serve até para mudar e diferenciar do espaço do blog, e ver o "Do fim..." ainda mais como um pré-livro. Espero que entendam e, mais uma vez, obrigada pela força e carinho.




imagem da capa:
"The End"_T. Al Nakib

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postado por Aleksandra Pereira às 5:05 PM | 15 comentário(s)
quarta-feira, dezembro 06, 2006
LÁGRIMAS LAVADAS VISITA E RECOMENDA # 6
PORTAL DO LEITOR
Portal online desenvolvido para promover uma interação entre leitores, editoras e livrarias. Funciona como uma espécie de Orkut para amantes dos livros, permitindo que os livreiros conheçam as tendências de seu público um pouco melhor.

A idéia é criar um espaço que permita o contato direto para a oferta e a procura no segmento, um grande portal de vendas direto entre leitores e editoras sem a necessidade da intermediação das grandes lojas, o que abre espaço para títulos menos populares. O site não fará vendas, direcionando o leitor pro site de vendas online ou para as livrarias mais próximas de sua casa.

O cadastro é gratuito.

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postado por Aleksandra Pereira às 10:28 AM | 4 comentário(s)
sexta-feira, novembro 17, 2006
Lipe, querido,
uma quarta-feira maravilhosa pra ti, mesmo sendo sexta.


Feliz aniversário!


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postado por Aleksandra Pereira às 2:02 PM | 4 comentário(s)
quarta-feira, novembro 15, 2006
AMIZADE
- Foi bom dormir com você. Obrigada.
- Não há de quê.
- Não durmo com alguém tão bem assim há muito tempo. Foi muito bom.
- E você, como está realmente?
- Ótimo.
- Está se sentindo bem?
- Sim. Melhor que bem.
- Fico feliz em saber que está bem.
- A única coisa errada é que senti muito a sua falta durante todo esse tempo longe.
- Viu só? Foi só dormir comigo, agora praticamente me ama!

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postado por Aleksandra Pereira às 12:00 PM | 2 comentário(s)
quarta-feira, novembro 08, 2006
LÁGRIMAS LAVADAS VISITA E RECOMENDA # 5



Conheci o "Quase por acaso" através dos links do Alexandre Costa, queridíssimo blogueiro nos "Contos e Cultos". Li os textos postados, escrevi para o organizador do site, e hoje o "Quase" é mais uma casa que acolheu meus textos.

Vale a visita, e o incentivo para um site interessado em divulgar textos bem bacanas.

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postado por Aleksandra Pereira às 11:02 AM | 1 comentário(s)
sábado, outubro 28, 2006
LÁGRIMAS LAVADAS VISITA E RECOMENDA # 4

Conheçam o projeto NA SELVA, um concentrador de sites sobre literatura e arte. Um trecho do release:

"O SELVA surgiu do apagamento das fronteiras, da multiplicidade dos meios, da urgência da arte, da pulsação da literatura, da inabilidade de estancar o que é: a Selva conjuga o verbo ESTAR. Queremos divulgar nossa produção e dar espaço a novas vozes, englobando não só os suportes midiáticos comuns, mas mostrando que as novas formas de arte já dialogam entre si em harmonia, seja na literatura, no graffiti, teatro ou em revistas digitais.

Colecionamos micro-universos, formando um organismo vivo através de blogs pessoais, grupais ou focados em algum assunto específico, portfolios digitais, fóruns de discussão ou websites."


Eu destaco o

CLAREIRA, com críticas literárias, entrevistas e posts interessantes que explicam as definições de conto, novela e romance.

e o

CIVILIZADOS, espaço literário colaborativo, que recebe textos (se forem bons) de seus leitores para publicação no site.

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postado por Aleksandra Pereira às 12:44 PM | 0 comentário(s)

LÁGRIMAS LAVADAS© 2006, por Aleksandra Pereira. All rights reserved.